Esse acontecimento já se faz deveras passado, porém nossa busca por mudança permanece vívida.
Continuaremos a postar nossas idéias à fim de despertar um novo olhar, provocar, questionar.
Para começar esse recomeço, mostro-lhes um singelo texto suscitado de diversas noites e viagens de ônibus lendo sobre nosso querido país:
Nao dormirei mais em terras
Em que o sangue foi lavado
Por um mar de lágrimas cegas.
Choremos pelos que partiram
Com as conquistas em braço forte
E que deram a nossa liberdade
Desafiando o peito à própria morte.
Somos a herança bruta
De Joãos, Marias e Clarices
E aos filhos que fogem a luta
...
Cadu Valadão
Juntamente a essa idéia, surgiu-me outra:
Uma idéia de obra aberta, aquela obra em que qualquer um pode termina-la, ou simplesmente continua-la. Isso mostra de maneira prática a proximidade do individuo no todo e além disso, mostra toda a política da "arte" no seu sentido mais puro. Você mostrar a arte já pronta, já terminada, traz a impressão de morte da arte, de um individualismo sutil. Com isso, que mostremos o fazer, que deixemos os outros terminarem o que você começou.
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